Farsa ou Verdade no Espiritismo

Mais um alerta

Em mídia pública, não-cooptada, não-proselitista, não-alinhada, sobre os “desmandos” e os “absurdos” desta seita cristã que se adonou da Filosofia Espírita em terras “do Cruzeiro”.

Fundamental termos espaços, abertos, como o nosso, para a divulgação destes materiais e a ciência, por parte de todos, da posição crítica e coerente em relação às práticas espíritas, que datam do início do século XX e se estendem até a atualidade.

Verdadeiros Espíritas

Mais do que necessário, aos “verdadeiros espíritas” assumirem o papel que lhes cabe, de reaproximação da Doutrina com suas bases, afastando-se dos movimentos “populares” e “populosos” das casas “de caridade” que se valem de alguns dos elementos do Espiritismo.

A mudança está, apenas, começando…

“[…] acredito que o movimento espírita possa repensar a doutrina kardecista hierarquizadora e seus métodos artificiais e irracionais. Mas, muitos “médiuns” não gostariam da ideia de perder o tão suado posto de endeusamento espiritual alcançado por eles na referência da psicografia dentre o público espírita. Por isso, é preciso que os espíritas (as pessoas de coração puro e de boas intenções) perdoem todos esses “médiuns” por terem se esforçado além do racional para confortar as pessoas, e que se satisfaçam com outros meios para confortarem sua dor e inconformidade com a morte, sem que para isso consagrem falsos-profetas, sustentem poderes sobrenaturais inexistentes ou abusem da identidade de pessoas mortas. Caso contrário, não haverá maneiras de permitir que o espiritismo evolua como uma religião digna de credibilidade ou de cientificidade, já que é evidente a forma egoica, artificial, tendenciosa e manipuladora como a metodologia kardecista da psicografia é comungada pela comunidade espírita” (CASTRO, Marcelo. A Farsa do Espiritismo).

O Texto na Integra esta Disponível em: 

https://jornalggn.com.br/blog/marcelo-castro/a-farsa-do-espiritismo

 

 

 

 

Natural do Rio de Janeiro (RJ) e radicado há muitos anos em Florianópolis (SC), Marcelo Henrique se tornou espírita em 1981, vindo do catolicismo. É Secretário Executivo da Associação Brasileira de Divulgadores do Espiritismo (ABRADE) e presidente da Associação dos Divulgadores do Espiritismo de Santa Catarina (ADE-SC), assim como do Centro Cultural Espírita Herculano Pires, em São José (SC). Também é delegado da Confederação Espírita Pan-Americana (CEPA), associado da Associação Brasileira de Amigos e Delegados da CEPA (CEPA-Brasil), do Centro de Pesquisa e Documentação Espírita (CP-Doc) e da Associação de Estudos e Pesquisas Espíritas da Paraíba (ASSEPE). Atua, ainda, como representante da ABRADE, no Fórum das Entidades Especializadas de Âmbito Nacional, junto à Federação Espírita Brasileira. É Editor-Chefe da Revista Espírita HARMONIA, um periódico eletrônico e, como escritor e articulista, tem artigos e pesquisas em diversos sites, assim como é autor de “Túnel de Relacionamentos” (Ed. EME) e “Alteridade: a diferença que soma” (Ed. INEDE).

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